Estratégia
de oferta
& canais
O médico salva vidas. A gestão salva a clínica.
Médico que opera, estrategista FNQ-Falconi, método com lastro institucional
FNQ-Falconi · a mesma engenharia de gestão usada pelas maiores empresas e redes hospitalares do Brasil.
Médico operador real
Cinco anos construindo uma clínica de 680m² com R$ 400.000 de faturamento mensal. Viveu o problema antes de ensinar.
Estrategista de gestão clínica · arquiteta do método
Gilvani: nove anos como superintendente Unimed, formação FNQ-Falconi, método aplicado a 12 consultorias ativas. Sócia técnica da operação.
Framework com lastro institucional
Doze pilares de maturidade de gestão — modelo FNQ, PDCA Falconi, Lean Healthcare — a mesma engenharia das maiores empresas e redes hospitalares do Brasil, agora adaptada para clínicas médicas. Lastro institucional, não método de bastidor.
ICP cirúrgico
Médico com clínica faturando entre R$ 60K e R$ 300K mensais: do dono que acabou de virar operação ao já estruturado. A concorrência vende R$ 100K como linha de chegada; para o método, é meio do caminho. Cerca de 50.200 médicos endereçáveis, 2,1x a régua anterior.
Concorrência direta
- Mentor Business Health, Doutores em Negócio, Doc4u, Sucesso Médico, Rodrigo Noronha, TipClinic, X1 Med, Império Médico, Health Business, Doctor's Academy
- Métodos inventados sem lastro institucional: GIC, GPS, Seis Passos, etc.
- Ou só gestora sem médico, ou só médico sem método estruturado
- Foco majoritário em médico iniciante (R$ 20K–50K/mês)
- "100k sem plantão" usado como gancho de campanha: R$ 100K/mês tratado como linha de chegada, não como piso de produto
- Discurso de “Ecossistema 360°” repetido até virar commodity
Ecossistema B2B · nome em definição
- Dupla autoridade — médico que opera clínica + estrategista com vivência FNQ-Falconi
- Framework institucional ancorado em métodos clássicos da gestão de excelência
- Narrativa missionária: salvar vidas e estruturar a clínica como missão única
- Foco no médico de R$ 60–300K/mês — entramos onde o pitch da concorrência termina: R$ 100K aqui é meio do caminho, não linha de chegada
- P5 (mastermind com ticket acima de R$ 120K) praticamente sem concorrência mapeada
Espaço de mercado defensável estimado em 6 a 12 meses antes de Doc4u, MBH ou Falconi ocuparem o gap. Velocidade de execução é a vantagem mais importante a partir de agora.
Cinco produtos.
Três no centro
do ataque
A esteira está validada de ponta a ponta. O foco de venda imediato concentra-se em P3, P4 e P5 — os produtos que sustentam a meta de R$ 2 milhões no primeiro ano. P1 e P2 entram quando houver base de alunos para alimentá-los.
Médico que estabilizou operação e quer crescer com conselho e rituais de gestão, proteção patrimonial e diagnóstico presencial.
Médico governado que busca pares qualificados, presença com Weverton e um círculo fechado para decisões de longo prazo.
Médico já estruturado acima de R$ 500K/mês pode entrar direto no mastermind por convite curado, sem passar pelo funil.
Gestão de Alta Performance
Preso no operacional, trabalhando demais pelo que sobra. Sem segunda linha de liderança. Cresce no improviso. Experiência do paciente cai quando ele não está.
Time liderando a operação. OKRs definidos, gestão por dados, processos delegáveis. Tempo de volta para a medicina e para a vida. Clínica que sobrevive sem ele.
Os 12 pilares da Gilvani aplicados ao recorte de “sair do operacional”.
- Estratégia: modelo de negócio, OKRs, cenários, posicionamento de marca
- Liderança: segunda linha, delegação com método, gestão de performance, saída gradual do operacional
- Infraestrutura: expansão planejada, compliance, proteção jurídica, gestão de fornecedores
- Tecnologia e inovação: CRM, automações, dashboards, melhoria contínua
Volume controlado e densidade técnica, com acesso suficiente para o dia a dia.
Duas aulas ao vivo por mês — uma compartilhada com P2 (cria comunidade entre níveis) e uma exclusiva do P3 (densidade técnica). Encontro 1:1 estratégico com plano de ação concreto. Comunidade fechada para tirar dúvidas no dia a dia. Botão vermelho para decisões críticas — porque médico no caos não pode esperar reunião agendada.
O ICP da régua nova fatura entre R$ 60K e R$ 300K mensais, com margem líquida de referência entre 20 e 30% no setor — e as clínicas que passam pelo método da Gilvani operam hoje a 45–46%. O payback é declarado por perfil, sobre o lucro, sem promessa genérica de mês único: clínica de R$ 300K cobre o investimento com o equivalente a 2 a 3 semanas de lucro; de R$ 150K, com 1 a 1,5 mês; de R$ 60–80K, com 2 a 3 meses — todos dentro do primeiro trimestre de um programa de 12 meses. Na base da faixa, a auditoria de margem oculta costuma encurtar esse prazo: R$ 10K mensais recuperados pagam o programa duas vezes no ano. Preço de ticket abaixo de R$ 30K reduz a percepção de seriedade no topo da faixa; ticket acima de R$ 60 mil sem prova social não sustenta volume e invade o território natural do P4. E aqui vale separar as grandezas: R$ 60 mil de ticket é preço de programa; os R$ 60 mil do piso são faturamento mensal da clínica.
Os 4 pilares de liberdade operacional implementados em 90 dias — ou seguimos sem cobrança até implementar.
Não é garantia de satisfação genérica. É um compromisso operacional: ao fim do primeiro trimestre, o médico tem OKRs definidos, segunda linha mapeada, dashboard rodando e processos delegáveis documentados. Se algum desses quatro itens não estiver entregue por motivo de execução do método, o programa continua sem cobrança até concluir.
Auditoria de margem oculta na clínica em 30 dias + Sprint de precificação em 7 dias.
A auditoria mapeia onde o médico está perdendo margem hoje — custos invisíveis, fornecedores mal contratados, procedimentos com precificação defasada. Médico que descobre R$ 10K mensais escondendo já paga duas vezes o programa antes do primeiro ciclo terminar. O sprint de precificação corrige o erro mais comum do nicho: copiar preço da concorrência sem cálculo real de margem. Sete dias com a Gilvani para reprecificar a tabela inteira da clínica com base em custo direto, custo indireto, margem-alvo e posicionamento.
Consultoria Imersiva
Tudo centralizado no dono. Clínica não sobrevive sem ele. Patrimônio exposto. Sem rituais de gestão, sem plano de sucessão. Reputação forte mas experiência não sistematizada como ativo.
Clínica governada com rituais formais. Patrimônio protegido por estrutura jurídica adequada. Plano de expansão e sucessão desenhado. Legado começa a existir como ativo concreto.
P4 é o método inteiro, aplicado na profundidade que só o presencial entrega — com as decisões que só o Weverton conduz pessoalmente.
- Governança: conselho, rituais de gestão, sucessão, holding
- Sociedade: reputação, legado, propósito, posicionamento de longo prazo
- Imersão presencial: diagnóstico in loco na clínica do aluno + 3 a 5 dias na clínica modelo do Weverton
- Tecnologia avançada: dashboards executivos, BI, integração jurídico-patrimonial
O aluno vive 680m² da clínica modelo por dentro durante 3 a 5 dias.
Médico é desconfiado por natureza — precisa ver para crer. A imersão na clínica do Weverton é o ponto onde ele encontra cada um dos 4 pilares operando no real. Conhece equipe, processos, dashboards, ritos de gestão. Volta para casa com o modelo na cabeça, não no PDF. Esse é o componente que justifica o ticket e fecha a venda em paralelo.
O médico do ICP P4 fatura acima de R$ 300K mensais e tem margem potencial de 45–46%. O custo de uma falha patrimonial real, uma briga societária ou uma sucessão mal planejada ultrapassa o investimento do programa em uma ordem de grandeza. Esse ticket compra blindagem, governança e plano de longo prazo. Faixa abaixo de R$ 70K compromete a profundidade entregue (imersão presencial e diagnóstico in loco têm custo de execução real). Acima de R$ 130K invade território do mastermind sem entregar curadoria de grupo.
O diagnóstico in loco da Gilvani é entregue nos primeiros 30 dias. Se o aluno avaliar que o programa não faz sentido, ele paga apenas o diagnóstico e encerra.
O médico recebe um relatório executivo completo da clínica dele com os 12 pilares mapeados. Esse documento sozinho tem valor de R$ 28K — equivalente à consultoria de diagnóstico avulsa que a Gilvani aplica fora do programa. Risco do aluno está limitado a esse valor.
Convidado pessoal do Weverton em um evento profissional + revisão anual de governança no segundo ano.
O Weverton convida o aluno como acompanhante em um evento profissional médico ou empresarial da agenda dele. Acesso de relacionamento que não tem preço listado. A revisão anual no segundo ano garante que a estrutura desenhada continua funcionando depois que o programa formal terminou.
Mastermind
Toma decisões sozinho. Sem grupo de referência do seu porte. Ambiente ao redor não acompanha o tamanho da clínica. Isolamento nas decisões, sem ninguém do mesmo tamanho para dividir os bastidores.
Decisões com mais segurança. Pares de referência presentes. Conexões que duram além do programa. Acesso direto ao Weverton e ao círculo curado pelo método.
Grupo pequeno, todo presencial, vendido a poucos por curadoria direta.
- Curadoria: cada membro passa por entrevista pessoal antes do aceite — perfil, faturamento, intenção
- Frequência presencial: 4 encontros físicos ao ano, tempo de mesa para abrir números, não para trocar cartão
- Acesso direto: 1 reunião trimestral exclusiva com o Weverton, sem intermediação
- Viagem anual: destino curado, agenda híbrida (negócio + descanso) com os membros
Entrevista é obrigatória. Aceite é decisão do Weverton.
O mastermind funciona como convite curado, não como produto de catálogo. Toda candidatura passa por uma entrevista de 60 minutos com o Weverton ou indicação direta de outro membro ativo. O grupo nasce limitado a 8 a 12 membros por safra, garantindo profundidade nas conversas e qualidade da troca. Quem não passa no critério é direcionado para P4 com nota de reentrada em 12 meses.
O P5 é vendido por escassez deliberada e curadoria entrevista a entrevista, não por funil. O ticket precisa filtrar perfil — médico estruturado acima de R$ 500K mensais não tem dificuldade com R$ 120K se a sala for digna do nível dele. E o médico de R$ 300 a 500K que sobe pelo P4 também sustenta o ticket: a 45% de margem, R$ 120K equivale a cerca de um mês de lucro. Abaixo desse valor, o grupo dilui. Acima de R$ 200K para a primeira safra ainda exige construção de prova social. A premissa é começar em R$ 120–150K na primeira turma e elevar gradualmente conforme o mastermind acumula histórico e a fila de espera se forma.
Se ao final do primeiro encontro presencial o aluno avaliar que o grupo não corresponde à curadoria prometida, o investimento é devolvido na íntegra.
O risco do mastermind para o aluno é o ambiente — ele compra a sala, não o conteúdo. A garantia cobre exatamente isso: se a sala não bate, ele sai inteiro. Garantia válida até 72 horas após o primeiro encontro físico.
Acesso vitalício ao grupo de ex-membros + Direito de indicação de 1 candidato por ano.
O ex-membro permanece no canal restrito de alumni com acesso ao histórico do grupo e a 1 encontro anual com a turma ativa. O direito de indicação é o ativo mais valioso do mastermind a longo prazo: cada membro contribui para a curadoria das próximas safras, criando rede que se autoperpetua.
Social selling +
sessão estratégica
operando juntos
A combinação importa mais que cada canal isolado. Social selling sem sessão estratégica gera conversa sem fechamento. Sessão sem social selling depende de tráfego pago e nunca alcança ticket alto com qualidade. O método é orquestrar os dois pelo lugar certo da escada.
A frente B2B opera em duas contas com papéis distintos: @drwevertonjulio segue híbrida e alimenta o topo; a conta B2B dedicada é o destino comercial.
O perfil pessoal preserva os 13,2 mil seguidores, mantém a captação de pacientes em Vilhena, Cacoal, Ji-Paraná e Rolim de Moura, e empresta a história do Weverton como porta de entrada: trajetória, bastidor leve de gestão, aquecimento. A conta dedicada — hoje no handle provisório @empreendmed1, até o nome do produto nascer — concentra o método, os casos de clínica e a presença da Gilvani, e é o único lugar onde o convite comercial acontece. A voz da conta B2B é dupla, Weverton + Gilvani, com protocolo de alternância documentado no Voice DNA.
Transformo a sua imagem. Estruturo a sua clínica.
· Para pacientes · Restauração capilar + autoestima
· Para médicos · Gestão de clínica no perfil dedicado
↓ Escolha seu caminho
A clínica trabalhando para o médico, com método de lastro FNQ-Falconi
· Dr. Weverton Julio · CRM-RO 5090 · clínica de 680m²
· Gilvani · 9 anos Unimed · 12 consultorias ativas
↓ Aplicação para a sessão estratégica
Na conta pessoal, o caminho "Sou paciente" segue para o agendamento da clínica e o caminho "Sou médico com clínica" aponta para o perfil B2B e a aplicação. Na conta dedicada, o link único leva direto à aplicação para a sessão estratégica.
Redações provisórias · handle e nome do perfil B2B mudam quando o nome do produto for aprovado
O paciente continua sendo o motor da clínica
Antes e depois de transplante, autoestima e casos reais seguem dominando o feed. A camada B2B aqui é leve: história dos 10m² aos 680m², bastidor de gestão em story, sinal claro na bio de que existe uma frente para médicos. Zero pitch comercial neste perfil.
Método, Gilvani em cena e o único palco do convite comercial
Conteúdo denso de gestão: os 12 pilares, casos de clínicas atendidas, voz dupla com o Weverton na visão de dono e a Gilvani na engenharia do método. Aplicação, prova social e oferta moram só aqui — quem chega pelo perfil pessoal encontra a profundidade neste.
Social selling
Abordagem direta no DM e no WhatsApp conduzida pelo Weverton ou por SDR dedicado — a definir. Curadoria sobre volume. O médico chega pela trajetória do Weverton no perfil pessoal (storytelling de 10m² a 680m²) ou pela autoridade técnica da Gilvani na conta B2B, responde no story, comenta no post ou é indicado por outro médico. A partir daí inicia-se a conversa com perguntas qualificadoras antes de oferecer qualquer coisa.
- Roteiro de abertura com 3 perguntas qualificadoras antes da oferta
- Critério de filtro: faturamento, dor declarada, tempo de clínica
- Sem script de venda — conversa como médico com médico, ou pré-qualificação técnica conduzida por SDR
- Ponte natural para a sessão estratégica como próximo passo
Sessão estratégica
Conversa de 45 minutos por videoconferência. Não é apresentação do programa — é diagnóstico real da clínica do médico, com retorno objetivo no fim sobre qual produto da esteira faz sentido (ou se nenhum faz). Funciona como ferramenta de qualificação técnica e de fechamento ao mesmo tempo.
- 15 min de diagnóstico estruturado em torno dos 12 pilares
- 20 min de devolutiva sobre o que está travando a clínica
- 10 min de recomendação de produto · ou de saída sem produto
- Posicionamento explícito: sessão sem venda forçada
A sessão estratégica é a peça única para onde o funil inteiro converge. P3 entra por volume controlado de sessões, P4 entra por sessão precedida de diagnóstico, P5 entra por entrevista curada. Weverton conduz pessoalmente as sessões de P4 e P5. Em P3, pode ser Weverton, Gilvani ou SDR dedicado — definição depende da capacidade operacional acordada.
Três cascatas,
um único funil
Cada produto da escada tem cascata própria de aquisição e fechamento, mas todas convergem para a sessão estratégica: em P4 e P5, conduzida pessoalmente pelo Weverton; em P3, por Weverton, Gilvani ou SDR dedicado, conforme a decisão de condução do social selling. Volume, toque médio e toque alto coexistem desde o primeiro dia.
Volume controlado pelo funil
-
Conteúdo B2B nas duas contas
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Meta Ads segmentado para médicos
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DM ou WhatsApp · pré-qualificação
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Sessão estratégica · 45 min
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Fechamento
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Onboarding · 14 dias
Médio toque conduzido pelo Weverton
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Social selling direto · Weverton ou SDR
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Indicação de aluno P3 ativo
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Conteúdo premium · governança e patrimônio
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Sessão estratégica · 45 min · Weverton conduz
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Diagnóstico in loco na clínica do candidato
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Fechamento
Alto toque · convite curado
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Convite direto do Weverton
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Indicação de aluno P4 ativo
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Conversa preliminar · 30 min
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Entrevista mastermind · 60 min
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Aceite ou direcionamento P4
-
Fechamento
De agora
até a primeira venda
A esteira segue pronta e a régua nova amplia o funil de entrada. O cronograma re-ancora em julho: o que era plano em maio virou entrega registrada, e a ativação dos canais acontece com as duas contas no ar.
Base construída
- Deck v.01 apresentado na sessão de 15/05 e aprovado com ressalvas
- Pesquisa da régua de faturamento concluída (16/07)
- Régua nova aprovada: piso R$ 60K, teto R$ 300K mantido
- Conta B2B criada com handle provisório @empreendmed1
- Nome do produto segue em definição com Weverton e Gilvani
Calibragem e primeiras vendas
- Voice DNA em voz dupla (Weverton + Gilvani) com amostras de copy
- Bio e identidade das duas contas no ar
- Primeiros 12 posts da conta B2B + aquecimento no perfil pessoal
- Roteiro da sessão estratégica com o corte novo de R$ 60K
- Social selling em médicos-âncora de P4 e P3 — Weverton ou SDR
Aceleração com tráfego pago
- Campanhas Meta Ads segmentadas para a régua 60–300K
- Volume de sessões estratégicas crescendo com filtro inicial
- Primeira safra do P4 em fase de imersão presencial
- Definição da primeira janela de entrada para o mastermind
- Revisão dos indicadores · ajuste de oferta e canal
Cinco decisões em aberto
Para que a ativação de julho e agosto aconteça com vendas reais, estes cinco pontos precisam de dono e data. Sem eles, o cronograma desliza de novo e a janela competitiva encolhe.
Weverton e Gilvani ficaram de criar. A conta B2B já nasceu com handle provisório (@empreendmed1) e todo o material roda com rótulo de trabalho, mas brandbook, domínio, bio definitiva e substituição global de copy dependem do nome fechado.
Define se julho roda com campanhas reais ou se a operação continua dependente exclusivamente de social selling. Faixa inicial sugerida para validar P3: R$ 10 a 20 mil mensais nos primeiros 60 dias.
Sessões estratégicas por semana que Weverton e Gilvani aguentam sem comprometer a clínica e as 12 consultorias atuais. Alunos simultâneos de P3 que a Gilvani consegue absorver com qualidade. Esse número é o teto da operação até a Gilvani delegar entrega.
A operação em duas contas exige produção dedicada: social media manager, videomaker e edição com identidade própria para o perfil B2B, mais o ritmo de aquecimento no perfil pessoal. Contratar internamente, terceirizar ou usar estrutura existente? Definição direta de quem produz e em que cadência em cada conta.
Definir se as abordagens via DM e WhatsApp serão feitas pelo Weverton (intimidade de autor) ou por SDR dedicado (volume estruturado). Cada opção tem trade-off entre escala, autenticidade e tempo do médico. Pode ser híbrido: Weverton em P4/P5, SDR em P3.